Policía Federal: análisis estadístico de operaciones especiales desencadenadas después de la adaptación del método find, fix, finish, exploit, analyze, disseminate

Contenido principal del artículo

Bruno Benassuly Maués Pereira
https://orcid.org/0000-0003-3955-0571
José Gracildo de Carvalho Júnior
https://orcid.org/0000-0001-5794-2865

Resumen

Policía federal y método find, fix, finish, exploit, analyze, disseminate: Análisis estadístico de operaciones especiales desencadenadas después de la adaptación del método


El método find, fix, finish, exploit, analyze, disseminate fue desarrollado por las Fuerzas Armadas de los Estados Unidos en la lucha contra el terrorismo combinando acciones operativas con acciones de inteligencia. A partir de 2018, la Policía Federal de Brasil adaptó este método para ser utilizado en sus operaciones especiales de policía judicial, con el propósito de tener investigaciones más objetivas y agresivas. El objetivo de esta investigación es comparar los datos resultantes de las operaciones especiales de la Policía Federal, desencadenadas antes y después de la estandarización del método. La hipótesis científica fue que la adaptación de este método para su uso en las operaciones especiales de la Policía Federal aumentó los resultados operativos, impactando positivamente el número de operaciones realizadas, así como el aumento en el número de medidas cautelares realizadas, con reflejos positivos en todos los sectores de investigación. Se realizó una investigación de carácter aplicado, con enfoque cuantitativo, con objetivos exploratorios y descriptivos, teniendo como procedimientos técnicos el análisis documental de los datos proporcionados por la Policía Federal, utilizando estadísticas descriptivas para presentar el resultado a través de tablas y gráficos. Se observó que, después de la estandarización del método  find, fix, finish, exploit, analyze, disseminate, hubo un aumento considerable en el número de operaciones especiales realizadas y un aumento en la ejecución de órdenes de registro, pero hubo una disminución en el número de detenciones preventivas y temporales y que el aumento en el número de operaciones especiales no ocurrió por igual.

Detalles del artículo

Sección

Dossiê

Biografía del autor/a

Bruno Benassuly Maués Pereira, UFPA

Mestrando do Programa de Pós-graduação em Segurança Pública da Universidade Federal do Pará. Possui graduação em Direito pela Universidade Federal do Pará(2004). Atualmente é Delegado de Polícia Federal.

José Gracildo de Carvalho Júnior, Universidade Federal do Pará, Bel´ém, Brasil / Professor

Professor do magistério superior do Instituto de Ciências Exatas e Naturais da Universidade Federal do Pará (ICEN/UFPA). Graduação (2003), Especialização (2004), Mestrado (2006), em Estatística pela Universidade Federal do Pará. Doutorado (2016), em Engenharia Elétrica na área de concentração sistemas de energia elétrica pela Universidade Federal do Pará. É Docente Permanente do Programa de Pós-Graduação em Segurança Pública da Universidade Federal do Pará (PPGSP/UFPA), Mestrado Profissional em Segurança Pública (Diagnóstico, Conflitos, Criminalidade e Tecnologia da Informação) onde atua na área com os seguintes temas: Diagnósticos e Análises Estatísticas em Segurança Pública; Levantamentos Censitários e Amostrais na Área de Segurança Pública, além disso, desenvolve pesquisas sobre os temas: Crimes Relacionados ao Meio Ambiente; Vitimização Policial; Violência Contra Criança e Adolescentes; Homicídios; Tráfico de Drogas; Violência de Gênero; Violência Doméstica; Tecnologia em Segurança Pública; Sistema Carcerário; Violência Escolar. Possui experiência na área de Probabilidade e Estatística, com ênfase em: Regressão e Correlação; Inferência Estatística; Análise de Séries Temporais e Probabilidade. Atua principalmente nos seguintes temas: Analise de Regressão e Correlação; Modelos de Regressão com Erro nas Variáveis; Controle Estatístico da Qualidade; Gráfico de Controle de Regressão; Gráfico de Controle de Regressão com Erro nas Variáveis; Séries Temporais Clássicas; Séries Temporais Fuzzy. Atualmente é Coordenador do Laboratório de Sistema de Informação e Georreferenciamento (LASIG), e ainda, é colaborador do Grupo de Estudos e Pesquisas Estatísticas e Computacionais (GEPEC), ambos da Universidade Federal do Pará. É membro docente dos grupos de pesquisa Lattes/CNPq intitulados: 1. Métodos de Diagnóstico em Segurança Pública; 2. Métodos Estatísticos Aplicados e 3. Segurança Publica, Direitos Humanos, Justiça e Cidadania. Coordena um projeto de pesquisa intitulado: Métodos Estatísticos Aplicados à Segurança Pública, o qual é cadastrado na Universidade Federal do Pará. É membro integrante dos projetos de pesquisa intitulados: 1. Métodos Estatísticos: Aplicações em Segurança Pública e Saúde e 2. Vitimização e Subnotificação no Município de Belém, ambos pertencentes à Universidade Federal do Pará. É membro discente do grupo de pesquisa Lattes/CNPq intitulado: Controle de Sistemas e Automação Inteligente na área de Engenharia Elétrica, na Universidade Federal do Pará.

Cómo citar

Policía Federal: análisis estadístico de operaciones especiales desencadenadas después de la adaptación del método find, fix, finish, exploit, analyze, disseminate. Revista Brasileña de Ciencias Policiales, Brasília, Brasil, v. 14, n. 12, p. 35–54, 2023. DOI: 10.31412/rbcp.v14i12.1111. Disponível em: https://periodicos.pf.gov.br/index.php/RBCP/article/view/1111. Acesso em: 21 ago. 2026.

Referencias

AMATO, F. Governo registra em 2019 maior redução no número de servidores na ativa em 20 anos. G1, Brasília, 2020. Disponível em: https://g1.globo.com/economia/noticia/2020/02/14/governo-registra-em-2019-maior-reducao-no-numero-de-servidores-na-ativa-em-20-anos.ghtml. Acesso em: 6 jan. 2023.

BRASIL. Decreto-Lei no 3.689, de 3 de outubro de 1941 – Código de Processo Penal: Presidência da República, 1941. Disponível em: www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/del3689.htm. Acesso em: 8 out. 2021.

BRASIL. Lei no 7.960, de 21 de dezembro de 1989. Dispõe sobre prisão temporária: Presidência da República, 1989. Disponível em: www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l7960.htm. Acesso em: 8 out. 2021.

BRASIL. Lei no 9.883, de 7 de dezembro de 1999. Institui o Sistema Brasileiro de Inteligência, cria a Agência Brasileira de Inteligência: Presidência da República, 1999. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9883.htm#:~:text=LEI%20No%209.883%2C%20DE,ABIN%2C%20e%20d%C3%A1%20outras%20provid%C3%AAncias. Acesso em: 19 abr. 2023

BRASIL. Portaria No 155, de 27 de setembro de 2018 – Aprova o Regimento Interno da Polícia Federal: Diário Oficial da União, 2018a. Disponível em: https://www.in.gov.br/materia/-/asset_publisher/Kujrw0TZC2Mb/content/id/45573009/UCEQlTzKXPyVi6cWuD3q0ksQ. Acesso em: 8 out. 2021.

BRASIL. Instrução Técnica no 01-DICOR/PF, de 19 de dezembro de 2018 - Estabelece requisitos, parâmetros e regramentos da hipótese criminal: Polícia Federal, 2018b.

BRASIL. Instrução Técnica no 02-DICOR/PF, de 20 de dezembro de 2018 – Estabelece diretrizes de atuação de equipes policiais durante exploração em local de interesse da investigação: Polícia Federal, 2018c.

BRASIL. Apreensões de mercadorias atingem marca histórica e superam R$ 3,26 bilhões em 2019. Receita Federal, 2020. Disponível em: https://www.gov.br/pt-br/noticias/financas-impostos-e-gestao-publica/2020/01/apreensoes-de-mercadorias-atingem-marca-historica-e-superam-r-3-26-bilhoes-em-2019. Acesso em: 7 jan. 2023.

BRASIL. Operações Deflagradas pela Diretoria de Investigação e Combate ao Crime Organizado - 2008 a 2021: Polícia Federal, 2022. Disponível em: https://www.gov.br/pf/pt-br/acesso-a-informacao/estatisticas/diretoria-de-investigacao-e-combate-ao-crime-organizado-dicor/legado_palas_qops_2008_2020.csv/view. Acesso em: 15 out. 2022.

CARTER, D. L. Law Enforcement Intelligence: A Guide for State, Local, and Tribal Law Enforcement Agencies. 2. Ed. Washington DC: US DOJ Office of Community Oriented Policing Services, 2009. Disponível em: https://bja.ojp.gov/sites/g/files/xyckuh186/files/media/document/e050919201-intelguide_web.pdf. Acesso em: 6 fev. 2023.

CRESPO, A. A. Estatística. 20. ed. São Paulo: Saraiva Educação, 2020.

DOS SANTOS, R. F. O arcabouço legal da atividade de inteligência do Brasil: Entre a eficiência e o controle. Monografia (Monografia em bacharelado em Direito), Universidade de Brasília, Brasília, 2015.

GARBI, Fabrízio. Conversão de investigações comuns em operações policiais federais. Dissertação (Dissertação de Mestrado Profissional em Engenharia de Produção), Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2019. Disponível em: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/38372. Acesso em: 7 jun. 2022.

GIL, A. C. Métodos e técnicas de pesquisa social. 6 ed. São Paulo: Atlas S. A., 2008.

GONÇALVES, R. J. de M. A inteligência e o poder legislativo. Monografia (Especialização em Inteligência Estratégica), Faculdade Albert Einstein (FALBE), Brasília, 2004. Disponível em: https://www.senado.gov.br/senado/spol/pdf/artigorobson1.pdf. Acesso em: 4 jan. 2023.

LIMA, R. S. de; BUENO, S.; MINGARDI, G. Estado, polícias e segurança pública no Brasil. Revista Direito GV. V. 12, n. 1, p. 49–85, 2016. Disponível em: https://doi.org/10.1590/2317-6172201603. Acesso em: 21 jan. 2022.

LIMA, R. S. Segurança pública como simulacro de democracia no Brasil. In Estudos Avançados. V. 33, n. 96: p. 53–68, 2019. Disponível em: https://doi.org/10.1590/s0103-4014.2019.3396.0005. Acesso em: 21 jan. 2022.

MERTENS, F. A. The Benefits Of Implementing ILP In The Ports Cocaine Trafficking Investigations And Crime Prevention In Brazil. Revista Brasileira de Ciências Policiais. V. 12, n. 4: p. 101–121, 2021.

SHULTZ JR, R. H. U.S. counterterrorism operations during the Iraq war: A case study of task force 714. Studies in Conflict and Terrorism. V. 40, n. 10, p. 809–837, 2017. Disponível em: U.S. Counterterrorism Operations during the Iraq War: A Case Study of Task Force 714: Studies in Conflict & Terrorism: Vol 40, No 10 (tandfonline.com). Acesso em: 21 jan. 2022.

SILVA, É. V. da. Operações Especiais de Polícia Judiciária. São Paulo: Novo Século, 2017.

SILVA, É. V. da; RIBEIRO, D. D. R. Colaboração Premiada e Investigação: Princípios, vulnerabilidades e validação da prova obtida de fonte humana. Barueri: Novo Século, 2018.

VALENTE, M. M. G. A Polícia do Estado Democrático de Direito. Florianópolis: Empório do Direito, 2015.

Artículos más leídos del mismo autor/a