Hackeo e Infiltración Policial en Respuesta al Uso de Criptografía por Organizaciones Criminales

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Caio Porto Ferreira

Resumen

El crimen organizado navega actualmente en aguas tranquilas en lo que respecta a la seguridad en sus comunicaciones. Apoyados por la obstinación de las Big Tech, los involucrados en actividades delictivas aprovechan las aplicaciones de comunicación con tecnología de encriptación, para organizar y expandir sus actividades en Brasil y en el mundo. Mientras tanto, los órganos encargados de la investigación penal se esfuerzan por desarrollar y aplicar nuevas tecnologías para la obtención de pruebas, comúnmente consideradas invasivas o ilegales, no porque se enfrenten a derechos y garantías  undamentales, sino sobre todo por el desconocimiento de ciertos segmentos de la sociedad sobre la importancia de la actividad de inteligencia para la protección y promoción de
estados democráticos y libres.

Detalles del artículo

Sección

Dossiê

Biografía del autor/a

Caio Porto Ferreira, University of East London (UEL), London, United Kingdom | Polícia Federal, São Paulo-SP, Brasil / Delegado de Polícia Federal

Possui graduação em Ciências Jurídicas e Sociais pela Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ (2000), especialização em Direito Administrativo e Administração Pública (2003) e Mestrado em Terrorism and Counterterrorism Studies pela University of East London - UEL (2019). 

Cómo citar

Hackeo e Infiltración Policial en Respuesta al Uso de Criptografía por Organizaciones Criminales. Revista Brasileña de Ciencias Policiales, Brasília, Brasil, v. 12, n. 5, p. 19–48, 2021. DOI: 10.31412/rbcp.v12i5.837. Disponível em: https://periodicos.pf.gov.br/index.php/RBCP/article/view/837. Acesso em: 27 ago. 2026.

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