UTILIZAÇÃO DO REPORTANTE PARA A OBTENÇÃO DE DADOS COMO FERRAMENTA DE INTELIGÊNCIA POLICIAL
Contenu principal de l'article
Résumé
Renseignements sur l'article
Rubrique

Cette œuvre est sous licence Creative Commons Attribution - Pas d'Utilisation Commerciale 4.0 International.
La revue a des droits exclusifs sur la première publication, imprimée et/ou numérique, de ce texte académique, qui n'affecte pas le droit d'auteur de la personne responsable de la recherche.
La reproduction (totale ou partielle) du matériel publié dépend de la mention expresse de cette revue comme origine, en citant le volume, le numéro d'édition et le lien DOI pour renvoi. Aux fins des droits, la source de publication originale doit être enregistrée.
L'utilisation des résultats publiés ici dans d'autres véhicules de divulgation scientifique, même par les auteurs, dépend de l'indication expresse de cette revue comme moyen de publication originale, sous peine de caractériser une situation d'auto-plagiat.
______________________________________________
Informations supplémentaires et déclarations de l'auteur
(intégrité scientifique)
Déclaration de conflit d'intérêts : Le ou les auteurs confirment qu'il n'y a pas de conflits d'intérêts dans la conduite de cette recherche et la rédaction de cet article.
Déclaration de paternité : tous les chercheurs et uniquement ceux qui satisfont aux exigences de paternité de cet article sont répertoriés en tant qu'auteurs ; tous les co-auteurs sont entièrement responsables de ce travail dans son intégralité.
Déclaration d'originalité : le ou les auteurs garantissent que le texte publié ici n'a pas été publié auparavant ailleurs et que la future republication ne sera faite qu'avec une référence expresse au lieu de publication d'origine ; certifie également qu'il n'y a pas de plagiat de matériel tiers ou d'auto-plagiat.
______________________________________________
Archivage et diffusion
Le PDF final publié peut être archivé, sans restriction, sur n'importe quel serveur, indexeur, référentiel ou page personnelle en libre accès, comme Academia.edu et ResearchGate.
Comment citer
Références
AVOLIO, Luiz Francisco Torquato. Provas ilícitas: interceptações telefônicas, ambientais e gravações clandestinas em face das Leis. 3. ed. rev., ampl. atual. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2003.
AMB. A Imagem das Instituições Públicas Brasileiras. Setembro/2017. Disponível em http://www.amb.com.br/docs/pesquisa/imagem_instituicoes.pdf. Acesso em: 24 ago. 2018.
BRANDÃO, Priscila (org). CEPIK, Marco (org). Inteligência de Segurança Pública: Teoria e Prática no Controle da Criminalidade. Niteroi: Impetus, 2013.
BRASIL. Curso de Introdução à Atividade de Inteligência, SENASP, 2015.
_______. Doutrina Nacional de Inteligência de Segurança Pública, SENASP, 2009.
_______. Constituição Federal de 1988. Promulgada em 5 de outubro de 1988. Disponível em http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituição.htm.
_______. Lei nº 9.883, de 7 de dezembro de 1999. Institui o Sistema Brasileiro de Inteligência, cria a Agência Brasileira de Inteligência - ABIN, e dá outras providências. Brasília. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L9883.htm.
Acesso em: 25 mar. 2017.
_______. Lei nº 13.608, de 10 de janeiro de 2018. Dispõe sobre o serviço telefônico de recebimento de denúncias e sobre recompensa por informações que auxiliem nas investigações policiais; e altera o art. 4º da Lei nº 10.201, de 14 de fevereiro de 2001, para prover recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública para esses fins. Disponível em: http://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/2018/lei-13608-10-janeiro-2018-786085-publicacaooriginal-154740-pl.html. Acesso em: 24 ago. 2018.
CEPIK, Marco Aurélio Chaves. Espionagem e Democracia. Rio de Janeiro: FGV, 2003. Disponível em: http://professor.ufrgs.br/marcocepik/publications/ag/C?sort=type&order=asc. Acesso em: 20 ago. 2018.
CRUZ, Juliana Cristina da. A Atividade de Inteligência de segurança Pública Para o Fortalecimento da Cidadania. Florianópolis, 2011. Disponível em: https://repositorio.ufsc.br/bitstream/handle/123456789/104293/A_Atividade_de_Intelig%C3%AAncia_de_Seguran%C3%A7a_P%C3%BAblica_para_o_fortalecimento_da_cadadania.pdf?sequence=1. Acesso em: 06 abr. 2017.
DA SILVA, Juarez Antônio. Atividade de inteligência: Efeitos da Ineficiência Normativa. Inteligência de Segurança Pública e cenários prospectivos da criminalidade. Belo Horizonte: Ed. D’Plácido, 2016.
ENCLA. O que é o whistleblower?. Disponível em: http://enccla.camara.leg.br/noticias/o-que-e-o-whistleblower. Acesso em: 03 jun. 2018.
IBOPE. Confiança do brasileiro nas instituições é a mais baixa desde 2009. Agosto/2018. Disponível em: http://177.47.5.246/noticias-e-pesquisas/confianca-do-brasileiro-nas-instituicoes-e-a-mais-baixa-desde-2009/. Acesso em: 23 ago. 2018.
MARTNS, Jomar. “Whistleblower é um aliado do Estado no combate à corrupção”. Setembro/2016. Disponível em: https://www.conjur.com.br/2016-set-20/whistleblower-aliado-estado-combate-corrupcao. Acesso em: 03 jun. 2018.
MILANEZ, Bruno. Anotações sobre as propostas legislativas a respeito do whistleblowing no Brasil. Março/2017. Disponível em: https://canalcienciascriminais.com.br/propostas-legislativas-whistleblowing/. Acesso em: 01 jun. 2018.
MILANEZ, Bruno. Prevenção à corrupção: Whistleblower Protection Act e Sarbanes Oxley Act. Março/2017. Disponível em: https://canalcienciascriminais.com.br/ whistleblower-act-sarbanes-oxley-act /. Acesso em: 02 jun. 2018.
MILANEZ, Bruno. Técnicas jurídico-penais de prevenção à corrupção: whistleblowing. Fevereiro/2017. Disponível em: https://canalcienciascriminais.com.br/corrupção-whistleblowing/. Acesso em: 01 jun. 2018.
NUNES. Leandro Bastos. A Lei 13.608, de 10 de janeiro de 2018 , criou o “Whistleblower”?. Janeiro/2018. Disponível em: http://meusitejuridico.com.br/2018/01/17/lei-13-608-de-10-de-janeiro-de-2018-criou-o-whistleblower/. Acesso em: 10 jun. 2018.
OLIVEIRA, Juliana Magalhães Fernandes. A urgência de uma legislação whistleblowing no Brasil. Brasília: Núcleo de Estudos e Pesquisas/CONLEG/Senado, Maio/2015 (texto para discussão nº 175). Disponível em: www.senado.leg.br/estudos. Acesso em: 01 jun. 2018.
PACHECO, Denilson Feitoza. Atividades de inteligência e processo penal. In: IV JORNADA JURÍDICA DA JUSTIÇA MILITAR DA UNIÃO – AUDITORIA DA 4ª CJM, 30 set. 2005, Juiz de Fora/MG. Disponível em: http://www.advogado.adv.br/direitomilitar/ano2005/denilsonfeitozapacheco/ativid adedeinteligencia.htm. Acesso em: 20 jan. 2014.
ROMÃO, Cide Ferreira. O que é Inteligência Policial: Discutindo um conceito. Disponível em: http://www.inteligenciapolicial.com.br/2011/03/artigo-o-que-inteligenciapolicial. html. Acesso em: 06 abr. 2017.
SANTOS, Célio Jacinto dos. Investigação Criminal e Inteligência: Qual a Relação? In Revista Brasileira de Ciências Policiais, Brasília, v. 2, n. 1, p. 103-131, jan/jun 2011. Disponível em: http://periodicos.dpf.gov.br/index.php/RBCP/article/download/48/47. Acesso em: 10 abr. 2013.
SENASP. Doutrina Nacional de Inteligência de Segurança Pública – DNISP, disponível em: http://xa.yimg.com/kq/groups/31619209/91746107/name/Doutrina+Nacional+de+Intelig%C3%AAncia+de+Seguran%C3%A7a+P%C3%BAblica.pdf>. Acesso em: 10 abr. de 2013.